segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Sobre sumir...


  Isso que estou sentindo é aquela saudada que bate, é uma daquelas sem pé e nem cabeça... Como eu queria, como eu queria não lembrar de você, tudo parece escuro, e eu nunca imaginei que me sentiria assim, como eu queria um colo, não pra chorar, eu queria um colo pra me sentir protegida, eu quero o teu colo...

 As musicas, as letras, os poeminhas, os lençóis, todos eles ficaram tristes depois que você se foi, choraram, se rasgaram inteiros, entraram em colapso... Que lindo, eu aqui, tentando dizer que as “coisas” sentiram a tua falta, desculpa velha pra tentar esconder do mundo, que quem sente a tua falta sou eu, que quem chorou escondida no carro fui eu, que quem soluçava sem parar no celular pedindo ajuda para um amigo, achando que o mundo tinha se acabado, era eu...
  E eu aqui, que burra, perguntando o que vai ser de nós, se esse nós realmente não existe... Mas as promessas que matam, que me deixam assim, normalmente não deixo a dor tomar de conta, mas é preciso colocar pra fora, e dar espaço para as coisas boas e reais entrarem. Para as coisas boas e possíveis, pra pessoas boas e que lutam pelo que querem, ou simplesmente deixar lugar para alguém que queira... Que cuide, que volte.

                                                                                                   Naiara


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